quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Vida comunitária, sim é possivel.




Nem toda estrutura de igreja é equivocada.


Estruturas simples que facilitam o compartilhamento da vida de Cristo podem ser altamente positivas.


Penso que Jesus entendia a igreja como uma realidade, não como uma tarefa a ser executada por seus seguidores, essa igreja se expressa diariamente nas pessoas e acontecimentos a nossa volta.

O lance é não tentar enquadrá-la como se púdessemos controlar.

Isso não dará certo.

Onde Jesus tem a primazia, a igreja simplesmente emerge das mais lindas formas.

Os relacionamentos acontecem, crescem quando vemos estamos cercados de pessoas que querem caminhar juntas em comunidade.


Mas essa comunidade não somo nós que fabricamos. É dádiva.


Numa comunidade assim, tem-se a liberdade de ser honesto sobre anseios sem sentir-se culpado ou julgado.


Isso porque a liberdade pra ser honesto e a liberdade em discordar são as verdadeiras chaves para amizade.


Será que as pessoas que estão aprendendo a conhecer melhor a Cristo, vão querer ligações reais e significativas com pessoas que compartilham a mesma crença?

É evidente!

O chamado para o reino não é um convite para o isolamento.

Sim, um grupo de pessoas que escolhem caminhar juntas durante um pequeno trecho dessa jornada, cultivando amizades estreitas, e aprendedno juntas a ouvir Deus, e sem se preocupar com as expectativas das intituições religiosas.





A comunhão acontece quando as pessoas partilham suas jornadas rumo ao conhecimento de Jesus, e isso numa partilha livre e honesta, numa preocupação genuína com o bem dos outros.

Não se trata de reuniões, o local e onde se reunem as pessoas.
Trata-se de unir os corações pra Ele.

Se isto está acontecendo com você, você não se verá caminhando sozinho por muito tempo, descobrirá outros, com a mesma sede, caminhando na mesma direção.

O objetivo é Ele, sempre Ele. Nada é previsível nessa caminhada.