sábado, 19 de dezembro de 2009

Mateus 18.6

“Mas qualquer que fizer tropeçar um desses pequeninos que crêem em mim, melhor lhe fora que se lhe pendurasse ao pescoço, uma pedra de moinho e se submergisse na profundeza do mar.”







Não adianta, esses caras não param de se mostrar na mídia.

E diante do que vejo, penso cada vez mais no valor imponderável que os pequeninos tem

Pense comigo:

- E se Jesus entrasse num culto evangélico hoje, bem na hora dos tais sacrifícios, fogueiras santas e leilões de benção.

Sim, bem na hora do “saque” da oferta, desses que começam com 50 mil e vão até o que o cara tiver no bolso.


O que será que Ele faria??


Bem, não sou eu quem vai dizer... O que de mais leve posso afirmar é o seguinte:


Com a atitude que Jesus tinha frente aos bens materiais, especialmente o dinheiro — potestade por Ele denunciada como um ente espiritual que deseja o lugar de Deus na alma humana —, dificilmente Ele coubesse nas fronteiras da “igreja”.



Esses caras que acham que estão conduzindo o povo, se fizerem mal a eles, é melhor amarrar uma pedra de moinho no pescoço e lançar-se ao mar.



Se o suposto “ungido do Senhor” torna-se um opressor dos irmãos e um explorador do próximo, e fazer isto de modo descarado e coletivamente opressor... para o apóstolo João, seu nome é Diótrefes, e, para Paulo eles podem atender pelo nome de Hemineu e Fileto... ou pode virar Demas... ou mesmo Alexandre, o latoeiro.



Assim, aprendemos que o Evangelho não cabe na “igreja”, pois, jamais caberia mesmo.
A “igreja” é que tem que caber no Evangelho. Do contrário, fica do lado de fora.



Só pra gente pensar um pouco.