sábado, 21 de fevereiro de 2009





Os vícios mentais incutidos pela religião são os mais difíceis de serem removidos e tratados.

Isso porque quando se fala as pessoas acerca da graça de Deus, a questão que normalmente vem a tona é:

- Mas não pode ser tão simples!

Muitos acabam sofrendo da síndrome de Naamã o sírio importante general de guerra que sofria de lepra.

Foi-lhe recomendado que fosse até a presença do profeta Eliseu na cidade de Samaria.

Chegando lá, o profeta nem mesmo saiu de casa para atender o general, mas mandou que ele se banhasse no rio Jordão por sete vezes.

Naamã não quis ir.

Achou simples demais, esperava que Eliseu viesse a ele e lhe dedica-se honras, ritos, movesse a mão sobre suas feridas e depois do “trabalho” feito Naamã fosse declarado curado!

É isso que vejo prevalecer em muitos lugares. A mentalidade pagã de Naamã.

Muitos sempre estão em busca de correntes, campanhas, sacrifícios e barganhas com a divindade.

Para esse nunca haverá paz, descanso e nem alegria que vem da segurança que se arrima numa fé simples.

Enquanto os crentes obedecerem a espiritualidade de Naamã, o evangelho não produzirá nenhum bem em suas almas.

Quem não crê que faça seus caminhos pelos infindáveis labirintos da religião.

Portanto, sem fé pura e simples posta em Jesus e confiante no evangelho da graça, não há nem paz, nem alegria nem espontaneidade diante de Deus e, sobretudo não há saúde de alma para viver a vida como vida e não como tormento e neurose.

Pois para Jesus, a morte não era mal, viver mal é que era mau!